sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Depoimento da irmã Amankay sobre sua prática dos 21 dias, em que foi premiada

Queridos todos!!
 

Sou pura gratidão neste momento tão especial em que estamos todos gestando a Nação Pachamama, um novo jeito de Plasmar o Plano de Deus na terra.
 

O que fiz nestes 21 dias? Procurei voltar pra casa, para dentro do meu coração, deixando a mente chata, classificadora e controladora de lado.... busquei ser euzinha feliz da vida no vazinho em que fui plantada, nem mais , nem menos..
 

Voltei a me tratar com muita amorosidade, a mesma que trato os outros...
 

Pois é, ás vezes a gente esquece do carinho conosco, e deixei fluir os 21 dias com muito amor e carinho a tudo e principalmente, com esta florzinha que vos escreve...
 

É bem difícil colocar em palavras, pois senti e ainda estou sentindo muito....me abri... e a cada visita do inesperado..irradiava..compartilhava... fiquei bastante introspectiva e ainda estou..sensível...hoje até um pouquinho chorosa...por pura GRATIDÃO...
 

E o melhor ainda está por vir sempre!!!
 

Agradeço imensamente a cada um de vocês, pois não conseguimos nadinha sozinhos... o despertar é grupal... o amor é grupal... o carinho é grupal...
 

Irradio meu amorzão por cada um de vocês e a grande alegria de estar vivinha da Silva, ops..Sandovalzinha heheheh

Alegria..muita alegria... é o que todos nós temos para compartilhar..
 

Beijinhos de amor primaveril
 

Amankay Sandoval

Arvid Carlsson, Nobel de Medicina (2000), declarou: "Nações que ainda praticam fluoretação de água deveriam envergonhar-se de si mesmas."

Alerta sobre o uso de Flúor


Tópicos para reflexão e mobilização:


- A maioria dos países com menor taxa de cáries são africanos, onde a maioria da população possui dieta pautada em alimentação natural, pouco processada e o consumo de açúcar é extremamente baixo.


- Pesquisa realizada pela Organização Mundial de Saúde revela que em países onde não há a fluoretação das águas de abastecimento o declínio de dentes careados na população é igual ou maior que nos países que inserem flúor em seus reservatórios.


- Empresas de alumínio, para não arcar com as despesas de resíduos industriais contendo fluoreto, vendem o produto.


- Os fluorssilicicos são resíduos de indústrias de fertilizantes e também contém contaminantes como o Arsênico, Mercúrio, Chumbo e outros. Para onde vão estes resíduos?


- Segundo a Associação Canadense de Médicos para o Meio Ambiente, a incidência de efeitos tóxicos da fluoretação foi subestimada. Estudos mostram que o fluoreto é uma potencial imunotoxina, neurotoxina, embriotoxina e prejudicial para tecidos ósseos, incluindo os dentes. O excesso de flúor causa uma doença dental chamada fluorose.


- Dentes desmineralizados podem ser adequadamente tratados com aplicação tópica de flúor por um dentista.


- 3.673 profissionais já assinaram um documento para o fim da fluoretação da água. Dentre os signatários encontra-se: Arvid Carlsson, Nobel de Medicina (2000), que declarou: "Nações que ainda praticam fluoretação de água deveriam envergonhar-se de si mesmas."


- A Organização Mundial de Saúde alerta que casos iniciais de Fluorose osteoarticular podem ser diagnosticados como reumatóides ou osteoartrite.


- Sendo cumulativo, somente 50% do Flúor ingerido diariamente é excretado pelos rins, o restante fica acumulado nos ossos, glândula pineal (levando à calcificação da mesma) e outros tecidos.


- O Flúor altera enzimas onde o magnésio é um importante co-fator e carreia Alumínio para o cérebro, agravando o Alzheimer.


- O Flúor induz dano na região do hipocampo cerebral, área ligada à hiperatividade e déficits cognitivos.


- O Flúor acumula em ossos, tornando-os quebradiços e aumenta a taxa de fraturas de bacias em idosos. Dezenas de estudos de laboratórios têm demonstrado que o Flúor é mutagênico e que é uma substancia carcinogênica. 


- Acumulando-se na glândula pineal, o Flúor reduz a produção de melantonina, hormônio importante na indução do sono e cuja redução pode levar ao inicio precoce da puberdade.


- “Anteriormente, no século XX, o Flúor era prescrito por um certo numero de médicos europeus para reduzir a atividade da glândula tireóide, para aqueles que sofriam de hipertireoidismo” (Merck Index, 1960, pg. 952, Waldbott e colaboradores, 1978, pg 163).


- O Flúor é, portanto, um depressivo tireoidiano, podendo levar a hipotireoidismo e consequentemente a disturbios relacionados a ele, como depressões, fadiga, aumento de peso, dores musculares, aumento de colesterol e doenças cardíacas.


- Alguns países onde não há fluoretação das águas: Alemanha, Hungria, Bélgica, Japão, Holanda, Áustria, Noruega, China, Dinamarca, Finlândia, Suécia.


Fonte: http://venenofluor.blogspot.com/ (vejam o vídeo com o nobel de medicina)



Veja mais em: Fraude do flúor (documentário)


Livros: O flúor e outros vilões da humanidade; Fluoride in Drinking Water; The fluoride deception; Fluoride – the aging factor; Saúde e beleza forever; Fluoride – drinking ourselves to death?


Colaboração:


Dra. TATIANA REGINA SANDY REIS

Cirurgiã-Dentista / Clínica Geral, Terapia Neural e Odontologia Neurofocal

Hipnologia Condicionativa / Recondicionamento mental 

Especialista em Agricultura Orgânica / Biodinâmica

Fundadora e Coordenadora da Associação Ipê (entidade de saúde integral, sócio-ambiental e cultural)


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Globesidade: Açúcar engorda, adoece e mata


Por Lu Dias

Em nenhuma época da história da humanidade, o homem inflou tanto o seu corpo, como vem acontecendo nos dias de hoje, movido pelo excesso de energia calórica, cada vez mais consumida.
O que temos é uma verdadeira maratona, entre os países ricos, para ver quem consome mais calorias, trazendo, como consequência, uma série de doenças. E, para infelicidade dos países pobres, esses estão seguindo o mesmo caminho de seus primos endinheirados.
O vilão do século XXI (ao lado do sal, do sedentarismo, das gorduras etc.) é nada mais, nada menos que o “dulcíssimo” açúcar, presente em nossa vida desde os nossos mais tenros anos. O que não fazíamos por um pirulito, um chocolate, um picolé ou um bom prato de doce de leite?
Esse nosso velho conhecido, que antes parecia o mais desejável de todos os sabores (doce), está sendo crucificado por todos os segmentos ligados à saúde. Considerado não como um problema apenas médico, mas político, econômico, social e cultural.
Pelo andar da carruagem, daqui a algum tempo, em lugar dos saborosos pudins e quindins, haverá como sobremesa um cartaz: AÇÚCAR ENGORDA, ADOECE E MATA.
O açúcar começou a ser usado na Idade Média, ocasionando grandes transformações na história das civilizações. E, com certeza, a conscientização sobre os males que ele provoca, reescreverá uma nova história para a humanidade. A sua redução trará impacto em todo o mundo, pois, ele está presente em quase todos os alimentos elaborados pelo homem. Muitos paradigmas terão que mudar, transformando comportamentos, para o bem da vida.
Associações de saúde vêm alertando no sentido de que o açúcar deve receber a mesma atenção que o tabaco, pois, em qualquer que sejam as suas formas usadas, é o maior responsável pela obesidade, que assola a humanidade.
O açúcar também é responsável por inúmeras doenças degenerativas, que vão desde o ataque cardíaco ao derrame cerebral e as diabetes.
Pesquisas evidenciam que o açúcar também pode ser o responsável por alguns tipos de câncer. Dentre esses, o câncer de pâncreas e o de intestino.
Cientistas americanos de renome revelam que, assim como o cigarro está para o fumo, o refrigerante está para o açúcar, sendo que o consumo de tal bebida vem crescendo assustadoramente, em todo o planeta, tanto nos países ricos, quanto nos pobres.
As autoridades, comprometidas com a saúde humana, reconhecem que o lobby do açúcar e dos refrigerantes é fortíssimo, em todo o mundo. E, que o desafio ao enfrentá-lo é bem mais complexo do que se pode imaginar. Esperam, pelo menos, que a indústria de refrigerantes opte por uma fórmula menos nociva ao organismo humano.
A American Hear Association, representante dos cardiologistas americanos, divulgou uma tabela, onde mostra os limites possíveis para o consumo de açúcar, limites esses bem abaixo dos até então recomendados:
- as mulheres devem consumir, no máximo, 100 calorias por dia (aproximadamente 6 e ½ colheres de chá de açúcar);
- os homens podem consumir até 150 calorias (dez colheres de chá de açúcar).
A previsão, para aquele que ultrapassa tais limites, é assustadora, pois quem estiver com excesso de peso hoje e não levar a sério tal aviso, pode se ver em sérios apuros:
- em cinco anos estará obeso;
- em 5 e dez anos terá diabetes;
- entre 15 e 20 anos estará sujeito a várias doenças oriundas do diabetes, na seguinte proporção:
- 70% dos diabéticos são vitimados por ataque cardíaco ou derrame cerebral;
- até 20% morrem por falência dos rins;
- 10% desenvolvem deficiência visual grave, sendo que 2% desses, depois de 15 anos de diabetes, chegam à cegueira.
- 50% são afetados por doenças nervosas que, combinadas com problemas de circulação nas pernas, aumentam o risco de amputações.
Alguns países já estão investindo firme no controle do açúcar. Como exemplo, podemos citar a França e a Inglaterra, que passaram a proibir propagandas de refrigerantes na televisão. O México, que está banindo os refrigerantes das escolas e a Alemanha e a Bélgica, que não permitem que refrigerantes sejam vendidos nas escolas ou em suas imediações.
O nosso planeta esta cada vez mais pesado. E o Brasil não se encontra fora do pódio. Tanto é que o termo globesidade, um neologismo (Toda palavra ou expressão de criação recente. Também se considera neologismo uma nova acepção atribuída a uma palavra já existente no léxico.), nasceu para chamar a atenção para o risco da obesidade, no mundo atual.
O açúcar encontrado naturalmente nas frutas, no leite, no mel, nos legumes e temperos já e o bastante para nosso corpo, sendo desnecessário, sob o ponto de vista exclusivo do funcionamento metabólico do corpo humano, que seja ingerido de outra forma. Portanto, o açúcar em excesso é maléfico para a saúde.
Muitas causas levam a obesidade. Dentre elas podemos citar:
- o costume de comer fora;
- o crescimento das redes de fast- food;
-a invenção do forno e do microondas;
- o sedentarismo;
- a grande oferta de alimentos;
- o preço cada vez mais acessível dos alimentos;
- o aumento no tamanho das porções.
O problema tem se tornado tão sério, que uma nova infra-estrutura vem sendo criada, para atender ao batalhão de obesos, que se estende por todas as fronteiras do planeta, desde mesa de cirurgias e espaços especiais a caixões reforçados para os defuntos obesos.
O Brasil é o maior produtor e o maior exportador de açúcar no mundo e ocupa o quarto lugar entre os consumidores, sendo a Índia o país que mais consome tal produto.
Walter Willett, pesquisador da Universidade de Harvard, faz um alerta ao mundo:
“Obesidade e diabetes serão o desafio de saúde pública do século XXI.”

Fonte de pesquisa: Revista Veja/ 23 de setembro de 2009

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A Terra se defende: faz diminuir o crescimento


POr Leonardo Boff
Teólogo/Filósofo

Hoje é vastamente aceita e entrou já nos manuais de ecologia mais recentes (cf.R. Barbault, Ecologia Geral, Vozes 2011) a idéia de que a Terra é viva. Primeiramente, ela foi proposta pelo geoquímico russo W.Vernadsky na década de 1920 e retomada, nos anos de 1970, com mais profundidade por J.  Lovelock e entre nós por J. Lutzenberger, chamando-a de Gaia. Com isso se quer significar que a Terra é um gigantesco superorganismo que se autoregula, fazendo com que todos os seres se interconectem e cooperem entre si. Nada está à parte, pois tudo é expressão da vida de Gaia, inclusive as sociedades humanas, seus projetos culturais e suas formas de produção e consumo. Ao gerar o ser humano, consciente e livre, a própria Gaia se pôs em risco. Ele é chamado a viver em harmonia com ela mas pode também o romper o laço de pertença. Ela é tolerante mas quando a ruptura se torna danosa para o todo, ela nos dá amargas lições.

Todos estão lamentando o baixo crescimento mundial, especialmente nos paises centrais. As razões aduzidas são múltiplas. Mas para uma visão da ecologia radical, não se deveria excluir a interpretação de que tal fato resulte de uma reação da própria Terra face à excessiva exploração pelo sistema produtivista e consumista que tomou conta do mundo. Ele levou tão longe a agressão ao sistema-Terra a ponto de, como afirmam alguns cientistas, inauguramos uma nova era geológica: o antropoceno, o ser humano como uma força geológica destrutiva, acelerando a sexta extinção em massa que já há milênios está em curso. Gaia estaria se defendendo, debilitando as condições do arraigado mito de todas as sociedades atuais, inclusive a do Brasi:do crescimento, o maior possível, com consumo ilimitado.

Já em 1972 o Clube de Roma se dava conta dos limites do crescimento, este não sendo mais suportável pela Terra. Ela precisa de um ano e meio para repor o que extraimos dela num ano. Portanto, o crescimento é hostil à vida e fere a resiliência da Mãe Terra. Mas não sabemos nem queremos interpretar os sinais que ela nos dá. Queremos continuar a crescer mais e mais e, consequentemente, a consumir à tripa forra. O relatório “Perspectivas Econômicas Mundiais” do FMI, prevê para 2012 um crescimento mundial de 4,3%. Vale dizer, vamos tirar mais riquezas da Terra, desequilibrando-a como se mostra pelo aquecimento global.

A “Avaliação Sistêmica do Milênio” realizada entre 2001 e 2005 pela ONU, ao constatar a degradação dos principais itens que sustentam a vida advertiu: ou mudamos de rota ou pomos em risco o futuro de nossa civilização.
A crise econômica-financeira de 2008 e retornada agora em 2011 refuta o mito do crescimento. Há uma cegueira generalizada que não poupa sequer os 17 Nobeis da economia, como se viu recentemente no seu encontro no lago Lindau no sul da Alemanha. À excessão de J. Stiglitz, todos eram concordes em sustentar que o marco teórico da atual economia não teve nenhuma responsabilidade pela crise atual (Página 12, B. Aires, 28/08/2011). Por isso, ingenuamente postularam seguir a mesma rota de crescimento, com correções, sem se dar conta de que estão sendo maus conselheiros.
Mas importa reconhecer um dilema de difícil solução: há regiões do planeta que precisam crescer para atender demandas de pobres, obviamente, cuidando da natureza e evitando a incorporação da cultura do consumismo; e outras regiões já super desenvolvidas precisam ser solidárias com as pobres, controlar seu crescimento, tomar apenas o que é natural e renovável, restaurar o que devastaram e devolver mais do que retiraram para que as futuras gerações também possam viver com dignidade, junto com a comunidade de vida.
A redução atual do crescimento representaria uma reação sábia da própria Terra que nos passa este recado: “parem com a idéia tresloucada de um crescimento ilimitado, pois ele é como um cancer que vai comendo todas as células sãs; busquem o desenvolvimento humano, dos bens intangíveis que, este sim, pode crescer sem limites como o amor, o cuidado, a solidariedade, a compaixão, a criação artística e espiritual”.
Não incorro em erro na crença de que está havendo ouvidos atentos para essa mensagem e que faremos a travessia ansiada.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Um pausa para um poema de Drummond...

"Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional..."
(Carlos Drummond de Andrade)
 

Que símbolo escolhes para a nossa bandeira Sandoval?